sábado, 16 de maio de 2015

Ilha Pangkor e Malaca - Malásia

  Após Cameron Highlands, seguimos para a ilha Pangkor. Esta ilha possui uma área de 18 km² e uma população aproximada de 25.000 pessoas. As principais atividades da ilha são o turismo e a pesca. Em relação ao turismo, a maior parte dos frequentadores são as pessoas que moram na Malásia. Isso ocorre porque a ilha não é uma das mais bonitas do país, com isso os turistas estrangeiros preferem conhecer as outras ilhas. Nós resolvemos ir porque tínhamos pouco tempo e ela ficava no caminho do nosso roteiro. 
  Não posso falar muito da ilha, pois só ficamos na praia que ficava perto do nosso Hotel. Mas o que deu para observar foi que ela não é muito preparada para o turismo. O Hotel estava mal conservado e na praia só tinham duas opções de restaurantes. Comemos todos os dias no mesmo, pois o outro não possuía nenhuma comida que nos agradasse. Apesar disso, foi muito bom pegar uma praia, curtir um Sol e descansar!
 Ilha Pangkor
  Ilha Pangkor
  Ilha Pangkor
 Ilha Pangkor
  Ilha Pangkor
 Ilha Pangkor - Vila de Pescadores
 Nossa última parada foi em Malaca (em Malaio, Melaka), o terceiro menor Estado da Malásia, declarado em 2008, Patrimônio Mundial pela Unesco. Malaca foi colonizada pelos portugueses de 1511 a 1641 e dessa presença sobrevivem as ruínas da Igreja de São Paulo e a fortaleza Porta de Santiago, conhecida como "A Famosa". 
Porta de Santiago, "A Famosa"
 Porta de Santiago, "A Famosa"
Ruínas da Igreja de São Paulo 
 Ruínas da Igreja de São Paulo 
  Em 1641, os holandeses conquistaram Malaca, expulsando os portugueses. A influência holandesa pode ser observada nos edifícios coloniais vermelhos, construídos entre 1660 e 1700. 
 A Igreja Cristã foi construída em 1753 para comemorar o centenário da ocupação holandesa e para substituir uma igreja portuguesa que estava em ruínas.


Outra Igreja que visitamos foi a de São francisco Xavier
   Malaca foi cedida aos britânicos, sendo governada pela Companhia Britânica das Índias Orientais entre 1826 e 1946 e, em seguida, como uma colônia da Coroa. Os territórios da Malásia peninsular se uniram em 1948 para formar a Federação da Malásia e obtiveram a independência dos britânicos em 1957. 
  Apesar da cidade histórica ser pequena, ela possui muitos museus. 
 O Museu Marítimo, no formato de um navio português, conta a história de Malaca e sua importância como cidade portuária na economia e cultura local.
Museu Marítimo
 Museu Marítimo
 Museu Marítimo
 Museu Marítimo
 Museu Marítimo
  Outro museu que visitamos é uma réplica de madeira do Palácio do Sultão Mansur Shah, do século 15. Construído em 1985 e aberto ao público em 1986, neste museu encontram-se aproximadamente 1.350 produtos manufaturados, gravuras, fotografias e desenhos detalhando a história do sultanato malaio e do patrimônio cultural. O museu possui três andares e conta com uma variedade de armas, artes decorativas, trajes tradicionais, joias e muito mais. 
Palácio do Sultão
 Palácio do Sultão
Palácio do Sultão
Palácio do Sultão
Palácio do Sultão
Memorial da Proclamação da Independência 
 O Rio Malaca já foi apelidado de "Veneza do Oriente" por marítimos europeus, sendo uma atração turística muito legal para conhecer a cidade, principalmente a noite.  O Cruzeiro do rio demora uns 45 minutos, percorrendo todo o caminho para Kampung Morten, passado da cidade de Malaca, os assentamentos e as pontes ao longo da margem do rio.
Rio Malaca
Cruzeiro Rio Malaca
Cruzeiro Rio Malaca
Bicicletas utilizadas para levar os turistas aos pontos turísticos
Bicicletas utilizadas para levar os turistas nos pontos turísticos
Bicicletas utilizadas para levar os turistas aos pontos turísticos

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Cameron Highlands - Malásia

  Continuando nossa viagem pela Malásia,  pegamos um ônibus em Kuala Lumpur para Cameron Highlands, uma região montanhosa da Malásia. A viagem demorou umas 5 horas, porém a estrada era excelente e o ônibus muito confortável. 
  O nome da cidade deve-se a William Cameron, um inglês que descobriu este local em 1885. Mais tarde, no início do séc. XX, surgiram as primeiras plantações de chá, flores e legumes, beneficiando das terras férteis e do clima fresco e úmido. Cameron Highlands me lembrou bastante nossas cidades serranas, com uma temperatura agradável, sendo excelente para descansar. 
Nossa Pousada
 Plantação de Chá
 Chá delicioso


 Visitamos a plantação de chá da empresa BOH, considerado o melhor da Malásia. Eles possuem plantações em 4 cidades, totalizando 1200 hectares de áreas plantadas. A empresa produz aproximadamente 4 milhões de Kg de chá por ano, o que equivale a 5,5 milhões de copos por dia.
 Adorei visitar uma plantação de chá, pois tínhamos essa vontade e não conseguimos ir na China.
Plantação de Chá BOH
  Plantação de Chá BOH
 Plantação de Chá BOH
 O trabalho de colheitas das folhas é bem cansativo e demorado, principalmente nas árvores localizadas mais no alto da montanha. Depois da colheita, as folhas vão para fábrica para fazer a secagem, a fermentação e embalagem.
 Plantação de Chá BOH
Máquina utilizada para a colheita e as folhas do chá
 Plantação de Chá BOH
 Plantação de Chá BOH
Um dos processos do chá na fábrica BOH
 Plantação de Chá BOH
  Plantação de Chá BOH
 Após visitar a fábrica, o guia nos levou até o monte Gunung Brinchang, a montanha mais alta na área de Cameron Highlands, com mais de 2000 mil metros de altura. Todo esse passeio foi feito com um carro 4x4, pois as estradas são de terra e muito íngremes. 


 Nossa última parada foi na Mossy Forest, ou floresta de musgo, um lugar bem úmido e com uma paisagem bem diferente. 
Mossy Forest
 Mossy Forest



Kuala Lumpur

  Tiramos um final de semana, aproveitando a visita do Eduardo, para conhecer a capital e a maior cidade da Malásia, Kuala Lumpur.
  Kuala Lumpur é formada por uma mistura de diferentes culturas, porém a maior parte dos habitantes são malaio-chineses. As outras principais culturas são representadas pelos malaio-indianos, euro-asiáticos, assim como os Kadazans, Ibans e outras raças indígenas do Leste da Malásia e da Península da Malásia. Cerca de 40,8% da população de Kuala Lumpur é Budista, os Muçulmanos representam 40,6% da população, os cristãos são 8,7% dos habitantes e os 5,2% restantes são Hindus.  
 Começamos a visita pelo símbolo da cidade, as Petronas Twin Towers ou Torres Petronas, sede corporativa da empresa de petróleo da Malásia, Petronas. As Torres Petronas foram concluídas em 1998, possuem 88 andares e é o sexto edifício mais alto do mundo, com  452 metros de altura. Em 1999 foi filmado nas Petronas Towers o filme "Armadilha", estrelado por Sean Connery e Catherine Zeta-Jones, onde mostrava os astros passando por cabos de aço por debaixo da ponte entre os dois edifícios
Petronas Twin Towers
 Petronas Twin Towers
Petronas Twin Towers
 Na base das torres encontra-se um shopping luxuoso, com grandes marcas famosos internacionalmente.  
Entrada do Shopping
  É possível visitar as Torres, sendo a visita paga, guiada e com horário marcado. Para ser sincera não achei nada demais, a visita é rápida e a visão e as fotos são prejudicadas pelo vidro.
   Passarela das Petronas Twin Towers
 Petronas Twin Towers
Petronas Twin Towers
 Petronas Twin Towers
Petronas Twin Towers
 Visitamos o Museu Nacional, que abriga várias exposições retratando o contexto histórico do país. 
 Passamos pelo Palácio Istana Negara, a residência oficial do chefe de Estado da Malásia, inaugurado em 2011. A entrada no palácio não é permitida.
Istana Negara
 Istana Negara
 Para visitar a Mesquita Nacional(Masjid Negara), tivemos que colocar as roupas muçulmanas que cobrem o cabelo e o corpo, emprestadas para os turistas pela Mesquita.
Mesquita Nacional
 Mesquita Nacional
 Mesquita Nacional
Mesquita Nacional
 Não é permitida a entrada de pessoas que não são muçulmanas nas salas de orações. 
Mesquita Nacional
    Andando pela cidade, passamos pela antiga estação de trem, que possui uma decoração que mistura a influência islâmica, indiana e persa. Foi desenhada por AB Hubback, um assistente britânico de arquitetura
Antiga Estação de trem
 Antiga Estação de trem
 Finalizamos nosso passeio na Batu Caves, uma das atrações mais frequentadas de Kuala Lumpur. É um morro de calcário composto por três cavernas principais e outras mais pequenas. Com ídolos e estátuas erguidas dentro da caverna principal e em torno dele, este templo hindu tem formações calcárias de cerca de 400 milhões de anos. Uma grande escadaria deve ser percorrida (são mais de 250 degraus para subir) para se ter acesso às cavernas. Uma coisa que eu não gostei foi a enorme quantidade de macacos que ficam na escada tentando pegar qualquer tipo de comida de algum turista desavisado. Eles pulam nas pessoas e saem correndo com o que conseguiram pegar.
 Batu Caves
 Batu Caves
 Como eu estava de bermuda, tive que colocar um lenço nas pernas para poder entrar no templo.
Batu Caves
Macaco comendo picolé!!!
Batu Caves
Batu Caves